Vagas – (32) Técnicos de Género e proteção – Nampula e Cabo Delgado

 

Vagas – (32) Técnicos de Género e proteção – Nampula e Cabo Delgado

Reporta a: Oficial de Género e Proteção.

Resumo de descriçãodo posto: O Técnico de Género e Proteção será responsável por apoiar a implementação das actividades de género, proteção e inclusão no âmbito do projecto, assegurando a integração dos princípios de proteção, prevenção da exploração e abuso sexual (PSEA), e promoção dos direitos humanos fundamentais. O titular da posição trabalhará em estreita colaboração com as comunidades beneficiárias, garantindo a sensibilização, o funcionamento eficaz dos Mecanismos de Reclamação e Feedback e a resposta adequada às necessidades de proteção identificadas assim como apoiar na organização dos centros de registos e distribuição, responsável na realização de campanhas de sensibilização das comunidades locais abrangidas pelo projecto

Base: Nampula (Larde, Liupo, Memba, Moma, Angoche, Mogincual, Erati, Mogovolas, Mussoril, Monapo, Nacala a Velha e Nacala a Porto) e Cabo Delgado (Macomia, Quissanga, Chiure, Mecufi, Meluco e Metuge).

Descrição das Tarefas:

  • Sensibilizar os beneficiários do projecto sobre os objectivos, duração e actividades previstas, incluindo o uso de soluções de transferência monetária e princípios de literacia financeira;
  • Informar as comunidades sobre o cronograma de implementação e de pagamentos aos beneficiários;
  • Sensibilizar e orientar os beneficiários sobre os Mecanismos de Reclamação e Feedback, assegurando a sua correcta utilização;
  • Gerir sugestões e reclamações, assegurando o encaminhamento atempado dos casos e o feedback adequado aos indivíduos e estruturas relevantes;
  • Assegurar a aplicação rigorosa dos princípios de Prevenção da Exploração e Abuso Sexual (PSEA) em todas as fases do projecto;
  • Desenvolver e implementar planos de acção comunitários em coordenação com líderes comunitários e beneficiários, em função das necessidades emergentes;
  • Conduzir actividades de sensibilização comunitária sobre Violência Baseada no Género (VBG), proteção da criança e criação de espaços seguros para mulheres, crianças e outros grupos vulneráveis;
  • Assegurar a recolha e o reporte regular de informações relacionadas com actividades de género e proteção;
  • Elaborar relatórios periódicos sobre as actividades desenvolvidas;
  • Trabalhar em estreita colaboração com as equipas de campo, monitoria e salvaguardas para garantir a integração transversal das questões de género e proteção;
  • Desempenhar outras tarefas compatíveis com as exigências da função e necessidades do projecto.

Requisitos:

  • Formação mínima de nível médio; Nível superior em antropologia, sociologia, psicologia e áreas afins constitui uma vantagem.
  • Experiência profissional comprovada em assistência social, mobilização comunitária ou resposta humanitária, incluindo implementação de actividades de base comunitária;
  • Boa compreensão dos direitos humanos fundamentais e dos princípios humanitários;
  • Capacidade de análise e articulação de questões de proteção, bem como de concepção e implementação de actividades de prevenção e resposta, nomeadamente em Violência Baseada no Género (VBG);
  • Experiência em actividades de sensibilização comunitária e criação/capacitação de grupos comunitários;
  • Capacidade de trabalhar sob pressão e em contextos operacionais exigentes;
  • Flexibilidade, capacidade de trabalhar em equipa e de forma autónoma;
  • Fluência em Português e domínio das línguas locais;
  • Nacionalidade Moçambicana.

Os candidatos interessados devem submeter as candidaturas através do seguinte link: https://protege.org.mz/index.php/2026/01/06/vagas-para-tecnicos-de-genero-e-protecao-32-nampula-e-cabo-delgado/

Os candidatos interessados e elegíveis deverão enviar as candidaturas até o dia 10 de Janeiro de 2026.

  • Encorajamos a candidatura de mulheres e pessoas com deficiência.
  • Apenas os candidatos pré-seleccionados serão contactados para uma entrevista.

“A Associação protege e AENA tem tolerância zero a condutas como fraude, exploração e abuso sexual, assedio sexual, abuso de autoridade e discriminação. Não cobram quaisquer valores a candidatos a emprego, e distanciam-se deste tipo de prática”.

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